quarta-feira, 16 de março de 2011

Como dizer não: qual a melhor maneira de dar um feedback negativo?


Sugerir novas ideias e procedimentos é uma das atitudes mais apreciadas pelas empresas.

Contudo, nem sempre é possível ter ideias interessantes e inovadoras e, nestas horas, ao dar o feedback, o líder deve ter um cuidado especial para não desmotivar a equipe ou o funcionário.

"O feedback é sempre uma situação sensível, pois envolve transparência das duas partes (...) Contudo, existem diversas formas de dar um feedback negativo sem frustrar ou desmotivar o profissional", diz o CEO do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Antonio Carminhato Júnior.

O que fazer?

Ao receber uma sugestão inadequada, a primeira postura, diz o especialista, deve ser a de agradecimento pela proposta, mostrando que sugestões são bem vindas.

Depois, diz ele, cabe ao líder analisar a ideia, tentando entendê-la antes de descartá-la, mesmo que em um primeiro momento ela pareça repetitiva ou ruim.

A gerente de projetos do Grupo Foco, Tatiana Penteado, concorda, ressaltando que, se for possível, o líder pode junto com o subordinado tentar adequar ou incrementar a sugestão para que possa ser aplicada.

Caso contrário, diz ela, é preciso expor para o profissional os motivos da recusa da proposta. "Ele deve expor os pontos negativos para o liderado, mas, ao mesmo tempo, continuar incentivando a contribuição", argumenta Tatiana.

O que não fazer?

Dentre as atitudes que podem levar à desmotivação, e, portanto, devem ser evitadas pelos líderes na hora de refutar uma ideia, estão o feedback seco e imediato, a recusa da ideia sem análise prévia, ou mesmo a falta de retorno.

Além disso, completa Tatiana, os líderes, ao fazerem uma crítica pontual a um funcionário, não devem fazê-lo na frente de todos os membros da equipe, para não constranger o profissional.

"Se tiver a possibilidade de um feedback individual, é melhor conversar individualmente para não constranger e desmotivar o profissional".
Fonte: Infomoney

segunda-feira, 14 de março de 2011

Sua atividade está perdendo espaço no mercado ou o problema está em você?


Para ter um crescimento sustentável da carreira, é preciso entender o mercado de trabalho - tarefa um tanto quanto difícil, tendo em vista todas as dinâmicas envolvidas nesse mercado. Saber o que acontece ao menos com seu campo de atuação pode ajudar na hora de superar adversidades, principalmente aquelas que indicam que a sua atividade está perdendo espaço.

É o mercado que lhe dará os sinais sobre o que está acontecendo com o seu trabalho. E se o problema está mesmo no mercado ou em você. É que muitas vezes é mais fácil "culpar" o mercado e as empresas pela falta de oportunidades, de melhores salários, de promoções... No fim, sua atividade pode estar passando por mudanças, e você pode não estar acompanhando todas elas.
A primeira indicação que pode ajudar você a perceber se o problema é o mercado é numérica. "Quando as oportunidades deixam de existir é um sinal de que a sua atividade está perdendo lugar", considera o diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa.

Outro sinal está relacionado à importância que a sua atividade tem dentro da empresa. "Quando você é menos chamado para tomar decisões ou quando começa a ficar mais isolado pode ser que o seu trabalho esteja perdendo espaço", completa o coach e diretor do Sistema Boog de Consultoria, Gustavo Boog.

O mercado ou eu?

O problema é saber se toda essa dinâmica envolve apenas você ou se de fato indicam mudanças na sua atividade em um cenário mais amplo. "Na verdade, pode ser as duas coisas", avalia Raffa. Para os especialistas consultados, a questão é mais simples se o profissional conhecer o mercado no qual atua.

E tudo fica mais fácil quando ele se conhece. "O profissional tem de olhar para si mesmo e tentar acompanhar esse mercado, ou então ele vai ficar obsoleto", completa o especialista.

Contudo, mesmo quando não se faz isso, não é preciso ir muito longe para saber se o problema está ou não em você. Basta olhar para os seus colegas de atuação. "Eles tratam de assuntos que você não está familiarizado? Eles são designados para novos projetos e cargos mais importantes e você não?", questiona Boog. A resposta pode surpreender.

Para o coach, o sinal mais nítido que ajuda o profissional a perceber se o problema é ele ou o mercado é a evolução da própria carreira. Se você está estagnado e os seus colegas não, talvez seja hora de traçar um novo plano.

Hora de se reinventar

Para aqueles que constataram que o problema está neles mesmos, nada melhor que um plano de ação para efetuar mudanças. Para Boog, até chegar nesse ponto, é preciso analisar questões que um coach normalmente trabalha: "onde estamos hoje, qual a situaçaõ atual, a visão de futuro que essa pessoa tem e, por fim, qual é o plano de ação", explica.

E mesmo aqueles que perceberam que as mudanças estão no mercado de trabalho precisam de um plano "B" que integre esses passos. A partir daí, Boog ressalta que cada caso é um caso.

Partir para um curso de atualização ou mesmo uma especialização pode resolver o problema de muitos profissionais. Para outros, talvez o caminho seja efetuar mudanças mais profundas. "Ele pode migrar de atividade utilizando a bagagem de experiência que ele tem", acredita Raffa.

Para pensar na melhor saída, contudo, é preciso reconhecer que essas mudanças são necessárias. "O profissional precisa se conscientizar de que precisa sair dessa paralisia", reforça Boog

sexta-feira, 11 de março de 2011

Desafios Para Motivar Sua Equipe



Em minhas palestras, constantemente, sou questionado com perguntas do tipo:


  • Como manter a motivação dos colaboradores?

  • O que podemos fazer para que as pessoas não sejam influenciadas negativamente e percam a motivação?

  • Quanto tempo realmente as pessoas se mantêm motivadas no dia a dia?

  • Até que ponto a motivação é importante?

  • O que, especificamente, motiva o se humano?


Eu, particularmente, gosto muito desse tipo de pergunta, pois elas me dão a oportunidade de esclarecer uma série de fatores que são percebidos de forma incorreta. Explico:

É necessário partir do principio básico que, para você motivar as pessoas, ou melhor, ajudá-las na motivação diária, não precisa ser um expert nas técnicas existentes, nem mesmo um estudioso da área. O que precisa é, em primeiro lugar, aprender a olhar aqueles que estão a sua volta como seres humanos, dotados de necessidades e desejos individuais e também com características próprias, com DNA único, com sentimentos e emoções particulares e que, portanto, jamais se poderá motivar um indivíduo, tratando-o como se fosse parte de uma estatística ou parte de um conjunto.

Para cada situação, há uma abordagem diferente, ou seja, o que motiva você, provavelmente, não motiva a mim e assim sucessivamente. O maior erro dos gestores é acreditar que podemos motivar as pessoas a partir de uma única estratégia e que ela poderá atingir a todos. Portanto, não precisamos entender de motivação, mas de pessoas. Para isso, basta que olhemos para nós mesmos. Ás vezes, erramos justamente porque pensamos em fazer com os outros exatamente aquilo que não sentimos ser verdadeiro. Propomos verdades absolutas como se elas pudessem suprir as demandas individuais de cada um. Então, erramos no remédio.

Motivar é respeitar a individualidades das pessoas, é entender o que realmente é importante para ela e, a partir dessa identificação, proporcionar os mecanismos para atingi-la. Somos seres capazes de nos automotivarmos, mas precisamos, muitas vezes, de estímulos externos que façam acordar nossos sentimentos internos, aliás, essa é outra situação que, constantemente, me questionam. Se os motivadores somos nós ou necessitamos de outros para isso?

Gosto de responder a esse questionamento com perguntas:

Suponhamos que você convive diariamente com um gestor que está todos os dias de mau humor, de mal com a vida, nunca cumprimenta as pessoas, está sempre apontando o lado negativo das coisas que aontecem na empresa e nunca elogia nada. Você acredita que essa pessoa motiva ou desmotiva os colaboradores? É lógico que desmotiva. São os estímulos externos afrontando os nossos sentimentos. Acho muito cômodo para os líderes colocarem a culpa pela falta de motivação da equipe, nas próprias pessoas, alegando que ninguém motiva ninguém, cabendo a cada um a responsabilidade para isso. Estão manifestando com essa atitude incompetência para lidarem com essas situações.

Temos que perceber e entender que cada um reage de forma diferente àquilo que percebe e, assim, tem atitudes de acordo com suas interpretações. Portanto, vai depender muito do que acreditamos e sentimos para esboçarmos uma reação. Algumas pessoas se motivam por desafios ou ameaças, outras têm exatamente comportamento inverso. Lembro de um professor que tive na infância que usava a ameaça como forma de motivação. Dizia que não seríamos nada, que não chegaríamos a lugar algum se não estudássemos mais e duvidava que conseguiríamos.

Ele, o professor, acreditava que dessa forma poderia estar provocando uma reação positiva nos alunos, pois ele era assim, precisava ser ameaçado para ir em frente. Esqueceu que talvez os alunos não se estimulassem da mesma forma. Lembro que muitos colegas ficavam chorando e não conseguiam se levantar. Outros, ao contrário, estudavam ainda mais para mostrar ao professor que conseguiriam. Realmente, muitos ficavam pelo caminho. Não eram bons? Não eram inteligentes? Não tinham capacidade como os demais? Ou eram motivados de forma errada? Quantas empresas e gestores conheço que usam a mesma estratégia.

Encontrei, após alguns anos, aqueles mesmos colegas que choraram na época com a abordagem daquele professor. Por sorte, no decorrer de sua vida, encontraram verdadeiros motivadores e puderam manifestar toda sua essência e, hoje, são vencedores. Motivar é saber extrair de cada pessoa o que ela tem de melhor. É dar a oportunidade àqueles que ainda não conseguiram encontrar o seu eu verdadeiro, de manifestar todo o seu potencial. Cabe, no entanto, a cada um, aproveitar para fazer a maior aventura de sua vida. Viajar, mas para dentro de nós, para descobrirmos o que temos de melhor e de que forma podemos usar todo o nosso potencial interno para nos superarmos.

Isso serve também para todas as pessoas que estão hoje em cargos de liderança, pois para saberem motivar os seus colaboradores têm que, necessariamente, empreender essa verdadeira descoberta interior. A partir disso então, poderá ser um motivador da alma humana e obterresultados mais duradouros com todos os que o rodeiam.

Boa Sorte!

Fonte: Gilberto Wiesel





segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Dr. Geraldo Vieira fala sobre grandes operações financeiras

Em entrevista à revista Encontro, Dr. Geraldo Vieira fala sobre a malha fina da Receita Federal e grandes operações finaceiras.

Publicado em 16 de dezembro de 2010.



quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Artigo: Reorganização societária enquanto instrumento de planejamento tributário nas sociedades anônimas

No recente artigo publicado no jornal do CRC, do Espírito Santo, Dr. Feraldo Vieira discorre sobre a reorganização societária enquanto instrumento de planejamento tributário nas sociedades anônimas e aponta relevantes pontos sobre o assunto. Confira.

Clique na imagem para ampliá-la:



Geraldo Vieira publica artigo no jornal Estado de Minas

Geraldo Vieira é entrevistado pelo jornal Estado de Minas. Confira a matéria:



13 de dezembro de 2010 - O dicionário define as palavras “morar” e “bem” de várias formas. No entanto, não há definição para a expressão “morar bem”. No contexto atual do mundo em que vivemos, no qual não conhecemos nem mesmo nossos vizinhos e em que a individualidade é vista como algo natural, torna-se difícil atribuir um sentido para essa expressão. Morar bem abrange o significado de família, cuidado, higiene, bem-estar, paz, tranquilidade, segurança e felicidade. Assim, a pergunta que se faz é: onde é possível morar bem?

Pode-se dizer que existem, no mínimo, dois tipos de lugar para morar: em um contexto amplo, há o planeta Terra, habitação dos seres vivos, propriedade da humanidade. Em um contexto restrito, há a nossa casa, propriedade particular.


Considerando como morada a Terra, podemos afirmar que não há como morar bem em um planeta com tantas desigualdades, discrepâncias e desrespeitos. É inviável viver bem nessas circunstâncias, a não ser que a pessoa não se importe com o mundo, com os outros e com o futuro. Nesse contexto, a expressão “morar bem” perdeu seu significado e precisa-se recuperá-lo urgentemente.

A segunda definição, menos ampla, significa a nossa casa, propriedade de cada indivíduo. Nessa situação, o “morar bem” ainda vigora. O sentido passa a existir ao “voltar” para casa no fim do dia e poder encontrar a paz, o aconchego da família, o carinho, o cuidado, o descanso, o alívio depois de um dia exaustivo de trabalho.

Dessa forma, o mais importante é buscar novamente o sentido da expressão “morar bem” no contexto mundial. O planeta Terra é o nosso lar e deveria ser o local onde se encontra a paz depois da correria diária. Ou seja, um lugar para estar e não para voltar. Não deveríamos ter a sensação de “morar bem” apenas no fim do dia, mas sim durante o dia todo.

Resgatar o sentido da expressão “morar bem”, no âmbito global, implica restauração do “viver bem”. Sentir-se confortável e feliz onde quer que seja, não apenas nos metros quadrados que hoje chamamos residência. O planeta Terra deve ser zelado como o nosso lar.




Dicas de como usar bem o 13º salário

Viagens, Festas e lembrancinhas de Natal. Não tem jeito, fim de ano é uma época em que as pessoas tendem a gastar mais e nem sempre o 13º salário é suficiente para tantas despesas. A economista, Alexandra Bastos Vieira, participou do programa Circuito UFMG, da TV UFMG, e deu dicas preciosas de como usar o dinheiro da melhor forma.

Confira o vídeo.

06/12/10

 
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